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Essas coisas que diz toda mulher...

17/01/2005 11:17
A incrível história do "28 NEGRO"

Essa é pra quem tem estômago...já estou avisando antes.
Detalhe...baseada em fatos reais. Na verdade, tudo é real por mais surreal que possa parecer.
Giselda, galinha preta e moradora do sítio da minha madrinha, foi escolhida para ser servida com batatas na ceia Natalina, após perder duas outras amiguinhas, companheiras de galinheiro a Sarali e a Creusodete.
Família grande, sabe como é né, não há galinha que baste.
Para quem não sabe o procedimento, na minha opinião macabro, começa com correr atrás da galinha, agarrá-la, degolá-la com um facão, pendurá-la em um varal para que sua carne fique branca e, finalmente depená-la (cruz credo).
Gente não dá pra dar uma injeção de ar e jogar corante branco na carne??? Voltando ao assunto...
Com a Giselda, a história foi um pouco, ou bem diferente e começou depois da bichinha degolada.
Segundo testemunhas oculares, Giselda demorou um “bucadinho dimaissss” para parar de saracotear (sem cabeça, tá gente!), mas até aí, normal. O que não me pareceu normal foi a Giselda ter ressucitado no varal.
Pois é! Não é que a pobre da galinha começou a estrebuchar de novo.
A idéia então foi afogá-la na água quente, para ver se parava, ora pois*.
Vejam só a situação: galinha, degolada, crucificada, queimada e afogada.
E a galinha, parou?
Parou.
Mas não acabou!!! Na real, ainda mal começou.
Sem sangue e depenada, no balcão de necropsia, Giselda estava inteira podre por dentro (sim eu sei, é deprê, mas eu avisei).
Preta e fedida, coitada, resolveram analisar melhor suas cavidades internas e, eis que encontraram ...tcham, tcham, tcham... nada mais nada menos que um sapo dentro da Giselda, que denominaremos, é claro, de sapo Cururu.
Acreditem...até galinha engole sapo.
O coitado estava com a boca amarrada, num estado calamitoso e, obviamente foi inserido por outrem dentro da pobre (certamente, não pela boca), ou seja, enfiaram um sapo macumbado na coitada da galinha e lançaram no galinheiro da minha madrinha.
Pode???
Não, não pode!!!
Como eu não acredito nos efeitos malévolos dessa ‘quizinha’ toda, só posso morrer de dó do coitado do Cururu e da infeliz da Giselda que certamente estavam no lugar errado na hora errada.
Na boa, concordo plenamente com quem diz que não há mal maior que a maldade humana, caraça!!!

HOMENAGEM AOS ANIMAIS MORTOS, EM 28/12/2004, OU “28 NEGRO”.

+Sarali – Janeiro de 2.004-Dezembro de 2.005. Deixou 3 filhos e 70 ovos.

+Creusodete – Março de 2004- Dezembro de 2.005. Não deixou filhos mas deixou 55 ovos. Era a preferida do Rei do galinheiro.

+ Giselda – Dezembro de 2.004 – Dezembro de 2.005- Não deixou pintinhos pq era toda zoada por dentro, e o galo não chegava nem perto, mas deixou uma macumba ‘daquelas’.

+Cururu – Março de 2.004 – Setembro de 2.004
Deixou vários girininhos, mas não deixou nenhum bem.


Lendas em torno da história:

- Dizem que no meio da galinhada ouvia-se um coachar incessante mas que ninguém conseguiu detectar a origem.
- Dizem que um estranho animal foi visto pulando pelo pasto. Era descrito da seguinte forma; tinha penas verdes, cara de sapo, pés de galinha, pulador e coachava (credo em cruz).



Isto é incrívellllllllll!!!!!!!!

*Ora, pois!!!- faz parte do vocabulário de minha amada Vovi, juntamente com “radavais satanáis” e ‘ora, pequena’

enviada por Thati






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